Para Jacqueline Collodo Gomes e contra Francesco Petrarca e Johann Wolfgang von Goethe
Chovem as cores sobre nossos olhos frescos, formam-se estrelas, mudas, dentro do peito,
e perdura o forte ressoar do delírio puro e divino nesta terra atroz,
férteis de sorrisos luminosos, lágrimas e fúria,
em nossos ouvidos musicais.
Um tanto de dor de abismo no sangue:
Delirio divino misturada à luz terrível do amor selvagem deste mundo.
Mas, por milagre, pela Graça, às vezes,
os olhos que eu levo e os Teus olhos se encontram,
ao ver os olhos outros de amor genuíno,
e com estes, nos tocamos, nutrimos, lapidamos e florimos, entre risos e mimos.
Como o verdadeiro, único primeiro e grande amor, ao próximo, mesmo que fatídico.
A alma voltara a ser mar,
corações navegando um no outro.
Não houvera ser menos difícil
ver a luz do luar humano
pela verdadeira primeira vez.
Até encontrar a luz do Sol e da Lua,
de Nosso Senhor e Nossa Senhora,
sobre a Rocha, hoje.
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sábado, 30 de dezembro de 2017
Parte II, Cap. 2, Ferido pelo Fruto
Provamos nosso miserável amor humano pelo sabor e prazer, de boa intenção, escravo de mil sonhos, míopes por alguns rostos cheios de cores. Meus olhares, cheios de confusas estrelas, em duelo e em erro mortais com o efêmero, que fora diferente, nômade e perdido: em guerra vã contra a vida, ébrio de falsa felicidade, euforia e volúpia, por entre as engrenagens esmagadoras das metrópoles do grande relógio. Ah, este mundo decadente!... Tantos corações alucinados e agonizantes, olhares de sombrios brilhos, faiscando, girando e girando, insanamente, sob a aparência material de ciência, razão e progresso: apresentações vibrantes e alucinadas, cheias de fogos artificiais, o Grande Circo da Evolução, hoje no seu ápice, no seu fundo; monumento imenso, precário e insuficiente, do nosso amor romântico, idealizado, exagerado, confuso, desesperado e por fim conformado e desiludido, amor do individualismo, egoísmo e solidão, motivo de riso, ridículo mesmo, com algo de doce desamparo às vezes, como crianças; com algo de anjos tortos, disfarçados de crianças embrutecidas, noutras. Porque a nossa mísera canção, só humana, tão soberba, pelo romantismo é feita de corações se arruinando, canção fugaz e do abandono final. Tentamos sair deste degredo e vale de lágrimas, deste enigma e labirinto do Bem e do Mal que provamos, ao desobedecer e gritar: Liberdade! Não servirei. E nós arruinando. É preciso retornar: o verdadeiro amor humano é ao próximo, em primeiro, como a nós mesmos, em segundo, e leva a Deus.
Parte II, Cap. 2, Flor ao Caminho
Aos românticos, na maioria infelizes, ainda que pareçam bem por fora nas fotos das redes sociais.
Os olhos refletem a alma.
Tantas vezes,
mesmo com dois milênios,
não se dá conta,
se é uma flor pueril que se torna sonho,
ou se é um sonho velho que se torna desilusão,
e conformação.
E assim vai sendo o coração,
até encontrar o único exato Caminho.
Os olhos refletem a alma.
Tantas vezes,
mesmo com dois milênios,
não se dá conta,
se é uma flor pueril que se torna sonho,
ou se é um sonho velho que se torna desilusão,
e conformação.
E assim vai sendo o coração,
até encontrar o único exato Caminho.
Parte II, Cap. 2, Estrelas, mudas
Estrelas se formando dentro do peito,
mudas,
pelo rumor incomensurável da caridade no sangue,
os olhos frescos e puros.
Ele entrou em nós.
Muda, cresce e floresce,
pela oração e ação,
e enfim frutifica
para a Revelação.
mudas,
pelo rumor incomensurável da caridade no sangue,
os olhos frescos e puros.
Ele entrou em nós.
Muda, cresce e floresce,
pela oração e ação,
e enfim frutifica
para a Revelação.
Parte II: Desvelo do rosto, cap. 2: As duas Legiões, Uma flor em Caminho
Tantas vezes,
mesmo com dois milênios,
um não se dá conta,
se é uma flor que se torna sonho,
ou se é um sonho que se torna flor,
e assim sonâmbula,
vai sendo uma alma,
até sair do rio, desembocar no mar,
e encontrar o único Caminho.
mesmo com dois milênios,
um não se dá conta,
se é uma flor que se torna sonho,
ou se é um sonho que se torna flor,
e assim sonâmbula,
vai sendo uma alma,
até sair do rio, desembocar no mar,
e encontrar o único Caminho.
sexta-feira, 29 de dezembro de 2017
Parte II: Desvelo do rosto, cap. 2: As duas Legiões, "As duas Legiões", poema de abertura
para Clarice Lispector e Cecilia Meireles, duas anjas tortas que, no entanto, como ex-amigas e ex-mestras, pelos seus livros em papel, me ajudaram a começar a sair do abismo de não-consciência, solidão, abandono e severa tristeza da atualidade modernista.
Ideias são remédio, maquiagem ou veneno.
Platão
Nem tudo que reluz como ouro é realmente ouro.
Esta legião de anjos ou mestres negros e tortos, de Baden Powell à Elis Regina, de Clarice à Cecilia, Rilke, Petrarca, Goethe, Jacobsen, Joyce e cia, este exército do Eu, que vangloria o homem, caiu, fortemente derrotado; grãos de areia, estrelas cadentes nos nossos olhos, deixando belo lamento agonizante, e a primavera e inverno fixadas em gotas de perfume, inscrevendo em nossa alma, uma lembrança viva e reluzente do terrível amor romântico, ideal e sofredor, contra o amor ao próximo, real e paciente, pousando com seus sacrifícios só humanos veneno e remédio no nosso sangue.
Mas, mesmo com anjos e mestres tortos, pela Providência e pelas verdadeiras amizades e amores ao próximo, mesmo no pior lugar e na pior hora, se a procura for honesta, encontra-se a Verdade e seu exato Caminho, para Nela se manter até o fim, aqui.
Ideias são remédio, maquiagem ou veneno.
Platão
Nem tudo que reluz como ouro é realmente ouro.
Esta legião de anjos ou mestres negros e tortos, de Baden Powell à Elis Regina, de Clarice à Cecilia, Rilke, Petrarca, Goethe, Jacobsen, Joyce e cia, este exército do Eu, que vangloria o homem, caiu, fortemente derrotado; grãos de areia, estrelas cadentes nos nossos olhos, deixando belo lamento agonizante, e a primavera e inverno fixadas em gotas de perfume, inscrevendo em nossa alma, uma lembrança viva e reluzente do terrível amor romântico, ideal e sofredor, contra o amor ao próximo, real e paciente, pousando com seus sacrifícios só humanos veneno e remédio no nosso sangue.
Mas, mesmo com anjos e mestres tortos, pela Providência e pelas verdadeiras amizades e amores ao próximo, mesmo no pior lugar e na pior hora, se a procura for honesta, encontra-se a Verdade e seu exato Caminho, para Nela se manter até o fim, aqui.
quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
Conversão, Busca da verdade e Coríntios, I, 13.
Meditava e estudava a tradução exata de Coríntios, Livro I, cap. 13, cujo tema é a caridade, verdadeiramente cristã, mas pelo intermédio de um amigo mais velho adventista, considerando tanto o grego antigo, língua do trecho, como sua tradução oficial católica ao latim, a vulgata, por São Gerônimo, deturpada pelas novas traduções, em diversas línguas modernos, em particular a nossa língua pátria.
Ao mesmo tempo, foi época de muito calor e seca, no verão de 2015, o que me levou a reconhecer a realidade e a professia que os rios secarão, no livro Apocalipse, que significa "revelação", grego antigo, mas não do horror e do terrorismo do mundo supostamente evoluído atual, e, sim, o advento final do Reino dos Céus verdadeiro, e não a ilusão maligna do sociedade de alta tecnologia, conforto e luxo, para poucos, imitação de aparência e sem substância interior, do Paraíso Celeste.
E também, ao mesmo passo, pela filosofia, com as ideias e conceitos de Aristóteles e da história da filosofia, a parte verdadeira, o remédio, sem a parte falsa, o veneno, pude analisar e me dar conta do erro de Kant, na "Crítica da Razão Pura", kespecial em sua famosa introdução, a saber, querer tornar a verdade objetiva em subjetiva, e para isso, deturpando a lógica de Aristóteles e de Santo Tomás de Aquino, dois mestres seus, além de Guilherme de Ockam e Mestre Eckart, dois teólogos apóstatas, afinal, seus dois grandes mestres ocultos, mas que o próprio Kant revela em outros escritos seus. O grande equívoco de Kant, aceito pela modernidade e contemporaneidade que quis deixar Deus, "o matar" (assim como Nietzsche, com os mesmos princípios e fins, apenas variando na aparência e no gosto, mas não na essência), esta grande inverdade foi considerar a verdade, que tem de ser objetiva, em subjetiva, tanto no conhecimento, como na sensiblidade decorrente, e daí relativista: a chamada Revolução Copernicana da filosofia moderna e contemporânea, donde os planetas passaram a orbitar em torno do sol. A Revolução Copernicana da física e astronomia é outra enorme farsa, procurar por o filme norte-americano, The Principle, e o pesquisador Robert Sungenis, que esclarece este assunto, com estudos dos maiores físicos da modernidade e contemporaneidade, desde Newton a Einstein, chegando aos professores doutores como Michio Kali, que participa da TV paga, internet, YouTube) Kant aprendeu com a escolástica, como disse em sua famosa introdução, mas omitiu que imitou diversos conceitos do seu principal representante, Santo Tomás de Aquino. O modo foi colocar a razão em primeiro e a fé em segundo, invertendo a ordem católica, de acordo com Santo Tomás e São Pedro. A razão e a sabedoria são muito importantes, realmente, mas a fé, a esperança e a caridade, são mais, em 1Cor13, pois são virtudes e dons dados por Deus e o Espírito Santo, e as virtudes somente humanas, como a razão e a sabedoria humanas, são secundárias às qualidades dadas por Deus. Isto nos diz a Santa Doutrina e os verdadeiros e bons catecismos (pedagogia cristã) adultos, obrigatórios ao católico praticante. É a inversão dos valores católicos cristãos em valores humanistas, na filosofia, mãe de todas as ciências, oriunda da teologia, rainha de todo saber, partindo para o ateísmo necessariamente subsequente, assim como do Iluminismo se seguiu a emancipação, mas humanidades, do homem de Deus, representada por Hegel, na dialética e consequente historicismo e evolucionismo, e Freud, o kantismo, o subjetivismo e relativismo na psique, seguido por seus discípulos posteriores destes, destes últimos sendo Deleuze o maior filósofo último e o mais anti-cristão de todos os tempos, com sua filosofia da diferença, contra a unidade de Aristóteles e Santo Tomás, retomando o paganismo tanto de Nietzsche, como o de Kant, bem como o da Grécia e mitologias e filosofias antigas. Dá diferença, ou multiplicidade, fundamentada na filosofia, que se pode ter a equivocada pós-verdade, da propaganda e/ou intelectualidade jornalística ou acadêmica, o multiculturalismo das humanidades atuais, chegando até mesmo à chamada multiplicidade na sexualidade, o que na realidade são psicopatologias ou perversões do sexo, como atesta a psiquiatria a psicologia, que estão sofrendo forte pressão ideológica, e econômica, a ponto de ter deturpado o DSM-V, alterando o problema do homossexualismo devido a protestos agressivos em seus congressos médicos. Pesquisai!
Resumindo, esse último ponto foi minha peregrinação na filosofia. A fé é mais forte, simples e clara. Há um mundo material e pessoas. De onde veio a matéria corporal? Tem uma gênese, um começo. Só um ser perfeito pode criar o mundo e os seres. Se esta divindade for imperfeita, outro Ser Perfeito tem de ser o Criador. O homem é imperfeito. Deus não pode estar em nós, imperfeitos. Logo Deus não o do caminho budista, induísta, nem da mitologia grega, romana, ou nenhuma antiga panteísta, pois um só ser perfeito se basta, não precisa haver dois perfeitos. E ele, o Pai, enviou seu Filho.
Mas hoje, as portas do inferno estão perto ou na Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo em São Pedro, como afirmou o Papa Paulo VI, na década de 1960: "A fumaça de Satanás entrou na Santa Igreja".
Ao mesmo tempo, foi época de muito calor e seca, no verão de 2015, o que me levou a reconhecer a realidade e a professia que os rios secarão, no livro Apocalipse, que significa "revelação", grego antigo, mas não do horror e do terrorismo do mundo supostamente evoluído atual, e, sim, o advento final do Reino dos Céus verdadeiro, e não a ilusão maligna do sociedade de alta tecnologia, conforto e luxo, para poucos, imitação de aparência e sem substância interior, do Paraíso Celeste.
E também, ao mesmo passo, pela filosofia, com as ideias e conceitos de Aristóteles e da história da filosofia, a parte verdadeira, o remédio, sem a parte falsa, o veneno, pude analisar e me dar conta do erro de Kant, na "Crítica da Razão Pura", kespecial em sua famosa introdução, a saber, querer tornar a verdade objetiva em subjetiva, e para isso, deturpando a lógica de Aristóteles e de Santo Tomás de Aquino, dois mestres seus, além de Guilherme de Ockam e Mestre Eckart, dois teólogos apóstatas, afinal, seus dois grandes mestres ocultos, mas que o próprio Kant revela em outros escritos seus. O grande equívoco de Kant, aceito pela modernidade e contemporaneidade que quis deixar Deus, "o matar" (assim como Nietzsche, com os mesmos princípios e fins, apenas variando na aparência e no gosto, mas não na essência), esta grande inverdade foi considerar a verdade, que tem de ser objetiva, em subjetiva, tanto no conhecimento, como na sensiblidade decorrente, e daí relativista: a chamada Revolução Copernicana da filosofia moderna e contemporânea, donde os planetas passaram a orbitar em torno do sol. A Revolução Copernicana da física e astronomia é outra enorme farsa, procurar por o filme norte-americano, The Principle, e o pesquisador Robert Sungenis, que esclarece este assunto, com estudos dos maiores físicos da modernidade e contemporaneidade, desde Newton a Einstein, chegando aos professores doutores como Michio Kali, que participa da TV paga, internet, YouTube) Kant aprendeu com a escolástica, como disse em sua famosa introdução, mas omitiu que imitou diversos conceitos do seu principal representante, Santo Tomás de Aquino. O modo foi colocar a razão em primeiro e a fé em segundo, invertendo a ordem católica, de acordo com Santo Tomás e São Pedro. A razão e a sabedoria são muito importantes, realmente, mas a fé, a esperança e a caridade, são mais, em 1Cor13, pois são virtudes e dons dados por Deus e o Espírito Santo, e as virtudes somente humanas, como a razão e a sabedoria humanas, são secundárias às qualidades dadas por Deus. Isto nos diz a Santa Doutrina e os verdadeiros e bons catecismos (pedagogia cristã) adultos, obrigatórios ao católico praticante. É a inversão dos valores católicos cristãos em valores humanistas, na filosofia, mãe de todas as ciências, oriunda da teologia, rainha de todo saber, partindo para o ateísmo necessariamente subsequente, assim como do Iluminismo se seguiu a emancipação, mas humanidades, do homem de Deus, representada por Hegel, na dialética e consequente historicismo e evolucionismo, e Freud, o kantismo, o subjetivismo e relativismo na psique, seguido por seus discípulos posteriores destes, destes últimos sendo Deleuze o maior filósofo último e o mais anti-cristão de todos os tempos, com sua filosofia da diferença, contra a unidade de Aristóteles e Santo Tomás, retomando o paganismo tanto de Nietzsche, como o de Kant, bem como o da Grécia e mitologias e filosofias antigas. Dá diferença, ou multiplicidade, fundamentada na filosofia, que se pode ter a equivocada pós-verdade, da propaganda e/ou intelectualidade jornalística ou acadêmica, o multiculturalismo das humanidades atuais, chegando até mesmo à chamada multiplicidade na sexualidade, o que na realidade são psicopatologias ou perversões do sexo, como atesta a psiquiatria a psicologia, que estão sofrendo forte pressão ideológica, e econômica, a ponto de ter deturpado o DSM-V, alterando o problema do homossexualismo devido a protestos agressivos em seus congressos médicos. Pesquisai!
Resumindo, esse último ponto foi minha peregrinação na filosofia. A fé é mais forte, simples e clara. Há um mundo material e pessoas. De onde veio a matéria corporal? Tem uma gênese, um começo. Só um ser perfeito pode criar o mundo e os seres. Se esta divindade for imperfeita, outro Ser Perfeito tem de ser o Criador. O homem é imperfeito. Deus não pode estar em nós, imperfeitos. Logo Deus não o do caminho budista, induísta, nem da mitologia grega, romana, ou nenhuma antiga panteísta, pois um só ser perfeito se basta, não precisa haver dois perfeitos. E ele, o Pai, enviou seu Filho.
Mas hoje, as portas do inferno estão perto ou na Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo em São Pedro, como afirmou o Papa Paulo VI, na década de 1960: "A fumaça de Satanás entrou na Santa Igreja".
domingo, 24 de dezembro de 2017
Parte II, cap. 2: As duas Legiões, apresentação: A ajuda dos mestres tortos
Os livros podem ser grandes amigos ou terríveis inimigos faceiros, mas se seu amor ao próximo for honesto, ambos podem te ajudar. Entretanto, procure sempre ter os melhores e mais justos amigos. Isso pode lhe valer ou lhe custar a verdadeira vida.
Atenção: Parte II: Desvelo do rosto, cap. 1: Flor de Lis: "Chama"
Recebi o vento de dois milênios
no rosto descoberto.
Doí trinta anos ingênuos e
e enfim revivi pela Graça.
Flor flamejante é o meu coração.
O perfume do meu olhar
vem de gotas colhidas da Revelação.
O material declina e se esvai,
e o mundano se perde no labirinto.
A Rocha permanece.
Em Sua memória,
nos alimentamos
do seu Corpo e Sangue
nosso almas e corpos.
Meu coração de chamas
o ofereço a Nosso Senhor
por Nossa Senhora.
Não mais tenho escolha
que não a Revelada.
Não há como olhar e voltar
para trás, para a morte.
O faço com tudo de mim,
porque é pela e para
a verdadeira e única Perfeição.
no rosto descoberto.
Doí trinta anos ingênuos e
e enfim revivi pela Graça.
Flor flamejante é o meu coração.
O perfume do meu olhar
vem de gotas colhidas da Revelação.
O material declina e se esvai,
e o mundano se perde no labirinto.
A Rocha permanece.
Em Sua memória,
nos alimentamos
do seu Corpo e Sangue
nosso almas e corpos.
Meu coração de chamas
o ofereço a Nosso Senhor
por Nossa Senhora.
Não mais tenho escolha
que não a Revelada.
Não há como olhar e voltar
para trás, para a morte.
O faço com tudo de mim,
porque é pela e para
a verdadeira e única Perfeição.
Parte III: Respiração, cap. 1: Estrela Mariana: "A Rosa nas mãos". [a relocar]
E depois de tudo isto,
minhas mãos estavam nuas,
serenas e as mais lindas até então.
Enfim eu descobrira,
que a Cruz nas minhas mãos,
era a mais preciosa rosa e janela
peregrinando rumo ao Céu,
e não ao inferno.
Amor a Deus e ao próximo.
Enfim descobria meus olhos e via
minhas míseras mãos,
cicatrizadas, meigas e desajeitadas,
amparadas pela Santíssima Trindade.
Minhas mãos tão nuas,
minhas mãos tão Suas.
Abertas agora realmente,
à terra e ao Céu.
Com lágrimas de alegria e tristeza
se apurando na caridade.
Com a graça e sorrisos ingênuos.
Levo minha pequena cruz,
e uma rosa para Maria Santíssima.
M.I., Campinas, 24 de Dezembro de 2017, 15:23.
minhas mãos estavam nuas,
serenas e as mais lindas até então.
Enfim eu descobrira,
que a Cruz nas minhas mãos,
era a mais preciosa rosa e janela
peregrinando rumo ao Céu,
e não ao inferno.
Amor a Deus e ao próximo.
Enfim descobria meus olhos e via
minhas míseras mãos,
cicatrizadas, meigas e desajeitadas,
amparadas pela Santíssima Trindade.
Minhas mãos tão nuas,
minhas mãos tão Suas.
Abertas agora realmente,
à terra e ao Céu.
Com lágrimas de alegria e tristeza
se apurando na caridade.
Com a graça e sorrisos ingênuos.
Levo minha pequena cruz,
e uma rosa para Maria Santíssima.
M.I., Campinas, 24 de Dezembro de 2017, 15:23.
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