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terça-feira, 14 de maio de 2019
Ah, Poesia!
Uma vez, uma amiga de grande alma, do nada, no meio do dia a dia, mas no início da noite, começou a falar da poesia.
-A poesia não é deste mundo.
.......Fiquei um pouco surpreso, é algo que às vezes talvez um poeta falasse, com profundidade ou noutras vezes um sensacionalismo. De toda forma, é muito correto. A essência e a substância da poesia não é da natureza e realidade deste mundo material. A verdadeira poesia, e não tantas poesias falsas e pobres, a genuína é feita de coisas bastante elevadas como a Verdade, o Bem e o Belo, e colhe e canta as grandes questões e escolhas humanas. Mas isso minha amiga não sabia explicar na época. Não sei se algum dia chegará a justificar isso, pois só cheguei a ver e presenciar seu primeiro desabrochar e florescimento. A poesia não é deste mundo corrompido. É de outro mundo. Isso ela não sabia. Para isso precisamos encontrar a Deus, Sua realidade e Suas coisas, que é o Reino dos Céus, onde Ele, Cristo, o Espírito Santo, Nossa Senhora e parte dos santos vive. Para onde nós precisamos ir. -A Poesia é um delírio. ...
... Novamente ela estava correta, e ela dizia isso envolta em graça e delicadeza. Mas não sabia o quão profunda, ampla e altamente ela sabia disso. Eu mesmo fui pego de surpresa pelas suas palavras. Tudo isso podia ser dito de maneira superficial e sensacionalista, mas ela dizia isso com sinceridade, uma certa força de viver isso. Mas novamente, ela não sabia explicar a amplitude, a profundidade e a elevação. Mas estava correta. A Poesia é um delírio no sentido e na realidade que com ela podemos sair do mundo corrompido e vazio de hoje e sempre, e podemos tocar e presenciar as essências das coisas, o âmago delas, o âmago das experiências aqui desta terra, mas com a força do Reino dos Céus, da força da graça divina, de onde toda a realidade desta terra aqui precisa para se sustentar e de onde esta provém. Eu mesmo só fui entender isso bem melhor depois, e provavelmente ela também vai entender melhor quando amadurecer também. Espero que um belo dia possamos retomar as conversas, pois aqui não podemos mais, mas no Reino dos Céus, é o único lugar que podem realmente existir as conversas intermináveis que ambos tentamos ter aqui na terra, mas aqui não é possível. Lá é possível, Lá, onde mora Deus e os anjos e os santos.
sábado, 4 de maio de 2019
Música: " More than this", banda: 10.000 Maniacs
Quanto ao significado, esta musica More Than This, precisa ser corrigida: ela sugere que o amor de casal seja a melhor coisa do mundo (sendo portanto uma típica canção romântica) mas na realidade e na verdade a melhor e a maior coisa de tudo é Deus e o amor a Deus.
Esta música cita a música "It must have been love" de maneira sutil, por citação e alusão . São da mesma época e uma seguida da outra no tempo, anos 1980/1990.
Tradução: Márcio Ide
More Than This (tradução)
10000 Maniacs
Love Among The Ruins
https://youtu.be/sWaKLI6OCSM
Mais do que isto.
Eu podia sentir na época,
Não há como saber,
Folhas que caem de noite,
Quem pode dizer para onde é que elas estão sendo sopradas,
Livres como o vento,
E aprendendo esperançosas,
Por que uma onda do mar,
Não tem caminho de volta,
Mais do que isso,
Você sabe que não há nada.
...
Foi divertido por um tempo
Não há como saber
Como um sonho na noite
Quem dirá para onde estamos indo?
Sem nenhuma preocupação,
talvez eu esteja aprendendo
Por que uma onda do mar,
Não tem caminho de volta.
-
More Than This-
I could feel at the time
There was no way of knowing
Fallen leaves in the night
Who can say where they're blowing
As free as the wind
Hopefully learning
Why the sea on the tide
Has no way of turning
More than this
You know there's nothing
More than this
Tell me one thing
More than this
You know there's nothing
It was fun for a while
There was no way of knowing
Like a dream in the night
Who can say where we're going
No care in the world
Maybe I'm learning
Why the sea on the tide
Has no way of turning
More than this
You know there's nothing
More than this
Tell me one thing
More than this
You know there's nothing
More than this
You know there's nothing
More than this
Tell me one thing
More than this
There's nothing.
Porque eu sonho
Gostava muito de um filme canadense chamado Leolo, um filme de Jean Claude Louson. Ajudou-me muito a encontrar forças e reunir coragem para buscar a verdade e finalmente encontrar a Verdade Revelada. É muito belo, mas não é uma finalidade, é (quanto as fases, adolescência rebelde, por exemplo)foi no meu caso também uma etapa, não o objetivo final.
Agradeço a autora do seguinte artigo que cito seu início de trabalho teórico:
Psicol. USP vol.9 n.2 São Paulo 1998
http://dx.doi.org/10.1590/S0103-65641998000200005
LEÔLO, LEOLÔ: O TRABALHO E O SONHO
Maria Helena Souza Patto
Instituto de Psicologia - USP
Contra leituras que o reduzem a prontuário psicológico que documenta um caso de psicopatologia familiar, o filme canadense Léolo é reinterpretado. Resgatam-se não só os seus aspectos sócio-políticos, como, acima de tudo, a dimensão formal, sem a qual é impossível entendê-lo como obra de arte.
Descritores: Cinema. Família. Pobreza. Trabalho. Imaginação. Bachelard, Gaston, 1884-1962. Weil, Simone, 1909-1943.
Concorrente oficial em Cannes, Léolo foi saudado pela crítica estrangeira em 1992 como um dos filmes mais originais já realizados no Canadá. De fato, o diretor Jean-Claude Lauzon, pouco conhecido no mundo do cinema até então, havia criado uma obra de arte ao narrar a história de um menino e sua família num bairro pobre de Montreal.
A um olhar rotineiro, o enredo parece simples: uma loucura hereditária que vem do avô e passa pelo pai atinge inexorável as quatro crianças da família. O caçula (Léolo) tenta escapar, refugiando-se na fantasia. Depois de um sonho no qual sua mãe é fertilizada por um tomate portador do esperma de um camponês da Sicília, Léolo nega a nacionalidade franco-canadense e se declara italiano: sempre que chamado de Leolô Lauzon, exige que o chamem de Leôlo Lozone e sonha com a Itália, personificada na vizinha Bianca, filha de imigrantes italianos. Ele lê, observa e registra por escrito a vida da família: seus hábitos (entre os quais, a preocupação com o funcionamento intestinal, centro da atenção de uma leitura clínica), seu cotidiano, o índole de cada um, as internações do avô, do pai e dos irmãos e as visitas que lhes faz, em companhia da mãe, nas alas psiquiátricas dos hospitais da cidade. Léolo parece preservado pelo devaneio e pela escrita, mas finalmente capitula, aparentemente cumprindo um destino que já estava escrito em seus gens ou, na melhor das hipóteses, na psicopatologia da dinâmica familiar.
Muito do que se disse sobre este filme no Brasil convergiu para a usual redução psicológica: críticos e clínicos tomaram como centro da trama a insanidade dos pais e suas conseqüências maléficas sobre a saúde mental dos filhos. Num registro naturalista, fizeram dele prontuário, estudo de caso exemplar no qual se encontrariam todos os ingredientes da produção da loucura no círculo fechado de uma família insana.
Para ver um filme é preciso ir além do que os olhos já sabem e deixar-se surpreender pelas imagens, que sempre transcendem a elementaridade da lógica que preside concepções científicas abstratas e limitadas da condição humana. Contra a interpretação psicanalítica de O Silêncio, Susan Sontag adverte: "os que procuram uma interpretação freudiana do tanque expressam apenas sua incapacidade de responder ao que está efetivamente na tela." (Sontag, 1987a, p.18-9).1 Como tantos outros filmes tidos erroneamente como tal, Léolo não é um filme psicológico: como Sontag (1987b, p.137) ressalta a respeito de Persona - objeto ele também de freqüentes leituras psicologizantes -, as alusões políticas são patentes
Antes mesmo do término dos créditos iniciais, três cenas trazem as chaves para a compreensão da história. Na primeira, a câmera passeia e mostra um sobrado deteriorado de 1909, casa de cômodos que abriga várias famílias, entre as quais a família Lauzon; em off, o narrador (Léolo adulto) revela que o menino que brinca em frente à casa não se considera canadense. Na segunda, uma máquina de olhos de fogo gira como moenda no interior avermelhado de uma fundição e expele uma língua de ferro incandescente; neste cenário do inferno, um operário suado, sujo, melancólico, carrega, bovino, um fardo às costas. Léolo nega que ele seja seu pai, "porque ele é louco, e eu não sou." Na terceira, o espectador é levado a um bonito vale da Sicília, onde camponeses colhem tomates. Um deles ejacula obre uma caixa de pomodori, verdadeiros frutos da terra italiana, "para dar vida aos tomates que vão para a América", alusão clara à fertilização do continente americano pela imigração italiana na virada do século. Um bordão acompanha estas cenas e se repetirá ao longo do filme: "Porque eu sonho, eu não o sou" - não sou franco-canadense nem filho de um louco que se deixa matar. Esta será a palavra-de-ordem de um menino perplexo que exerce a imaginação na tentativa de escapar da condição de fruto exilado do solo ancestral, de cidadão de segunda classe e do futuro tenebroso que o espera, já inscrito no presente do pai.
Agradeço a autora do seguinte artigo que cito seu início de trabalho teórico:
Psicol. USP vol.9 n.2 São Paulo 1998
http://dx.doi.org/10.1590/S0103-65641998000200005
LEÔLO, LEOLÔ: O TRABALHO E O SONHO
Maria Helena Souza Patto
Instituto de Psicologia - USP
Contra leituras que o reduzem a prontuário psicológico que documenta um caso de psicopatologia familiar, o filme canadense Léolo é reinterpretado. Resgatam-se não só os seus aspectos sócio-políticos, como, acima de tudo, a dimensão formal, sem a qual é impossível entendê-lo como obra de arte.
Descritores: Cinema. Família. Pobreza. Trabalho. Imaginação. Bachelard, Gaston, 1884-1962. Weil, Simone, 1909-1943.
Concorrente oficial em Cannes, Léolo foi saudado pela crítica estrangeira em 1992 como um dos filmes mais originais já realizados no Canadá. De fato, o diretor Jean-Claude Lauzon, pouco conhecido no mundo do cinema até então, havia criado uma obra de arte ao narrar a história de um menino e sua família num bairro pobre de Montreal.
A um olhar rotineiro, o enredo parece simples: uma loucura hereditária que vem do avô e passa pelo pai atinge inexorável as quatro crianças da família. O caçula (Léolo) tenta escapar, refugiando-se na fantasia. Depois de um sonho no qual sua mãe é fertilizada por um tomate portador do esperma de um camponês da Sicília, Léolo nega a nacionalidade franco-canadense e se declara italiano: sempre que chamado de Leolô Lauzon, exige que o chamem de Leôlo Lozone e sonha com a Itália, personificada na vizinha Bianca, filha de imigrantes italianos. Ele lê, observa e registra por escrito a vida da família: seus hábitos (entre os quais, a preocupação com o funcionamento intestinal, centro da atenção de uma leitura clínica), seu cotidiano, o índole de cada um, as internações do avô, do pai e dos irmãos e as visitas que lhes faz, em companhia da mãe, nas alas psiquiátricas dos hospitais da cidade. Léolo parece preservado pelo devaneio e pela escrita, mas finalmente capitula, aparentemente cumprindo um destino que já estava escrito em seus gens ou, na melhor das hipóteses, na psicopatologia da dinâmica familiar.
Muito do que se disse sobre este filme no Brasil convergiu para a usual redução psicológica: críticos e clínicos tomaram como centro da trama a insanidade dos pais e suas conseqüências maléficas sobre a saúde mental dos filhos. Num registro naturalista, fizeram dele prontuário, estudo de caso exemplar no qual se encontrariam todos os ingredientes da produção da loucura no círculo fechado de uma família insana.
Para ver um filme é preciso ir além do que os olhos já sabem e deixar-se surpreender pelas imagens, que sempre transcendem a elementaridade da lógica que preside concepções científicas abstratas e limitadas da condição humana. Contra a interpretação psicanalítica de O Silêncio, Susan Sontag adverte: "os que procuram uma interpretação freudiana do tanque expressam apenas sua incapacidade de responder ao que está efetivamente na tela." (Sontag, 1987a, p.18-9).1 Como tantos outros filmes tidos erroneamente como tal, Léolo não é um filme psicológico: como Sontag (1987b, p.137) ressalta a respeito de Persona - objeto ele também de freqüentes leituras psicologizantes -, as alusões políticas são patentes
Antes mesmo do término dos créditos iniciais, três cenas trazem as chaves para a compreensão da história. Na primeira, a câmera passeia e mostra um sobrado deteriorado de 1909, casa de cômodos que abriga várias famílias, entre as quais a família Lauzon; em off, o narrador (Léolo adulto) revela que o menino que brinca em frente à casa não se considera canadense. Na segunda, uma máquina de olhos de fogo gira como moenda no interior avermelhado de uma fundição e expele uma língua de ferro incandescente; neste cenário do inferno, um operário suado, sujo, melancólico, carrega, bovino, um fardo às costas. Léolo nega que ele seja seu pai, "porque ele é louco, e eu não sou." Na terceira, o espectador é levado a um bonito vale da Sicília, onde camponeses colhem tomates. Um deles ejacula obre uma caixa de pomodori, verdadeiros frutos da terra italiana, "para dar vida aos tomates que vão para a América", alusão clara à fertilização do continente americano pela imigração italiana na virada do século. Um bordão acompanha estas cenas e se repetirá ao longo do filme: "Porque eu sonho, eu não o sou" - não sou franco-canadense nem filho de um louco que se deixa matar. Esta será a palavra-de-ordem de um menino perplexo que exerce a imaginação na tentativa de escapar da condição de fruto exilado do solo ancestral, de cidadão de segunda classe e do futuro tenebroso que o espera, já inscrito no presente do pai.
Relance de Pétalas , Lis, corrigido, M.I.
Correção:
Meu livro Lis, corrigido é a Lis Romana, enfim para cobrir o chão de pétalas para Nossa Senhora passar, se digno.
*Somente o amor puro permanecerá.
O amor puro é o amor caridoso, que significa e é o amor a Deus, em primeiro lugar, e que engloba, em segundo, o amor ao próximo como a si mesmo.
Sobre essas cenas maravilhosas e felizes das conversas e acontecimentos compartilhados nos sonhos noturnos: "delicados relances".
It must have been love, Roxette, tradução M.I, comentários pessoais, porque acordamos de madrugada sonhando de amor, aumentado
Acordando depois de um sonho noturno de um amor e de madrugada, antes do sol nascer. Primeiro na música anterior, Roxette, Spending my time, que postei, eu havia sonhado com minha ex noiva, a poetisa Jacqueline Collodo Gomes. Não sei a profissão atual dela, é como uma grande amiga distante, nostálgica, como uma desconhecida quase, e nada mais, não sei a profissão atual dela, além da de poeta, que é a principal. Desta vez sonhei com minha primeira paixão adolescente, Renata Bastian, uma colega de classe, mas que não cheguei a conhecer realmente, só conversar algumas vezes ao longo de cerca de um ano. Porque acordamos de magrugada, justamente antes antes do sok nascer, lembrando de amor? Porque amor é como o sol. É fogo que arde e se vê. Amor aquece o coração, ilumina os olhos e a alma, prepara o pão do Céu e a refeição desta terra. É a lembrança de ver Deus e a inspiração de O rever como Nosso Senhor Jesus Cristo.
Na época da Renata eu via muito um seriado americano chamado My so called Life, da poetisa americana Winnie Holzman.
You are so beautifull, it hurts to look at you.
Você é tão linda, machuca olhar pra você.
Winnie Holzman
A letra foi composta pelo guitarrista, Per Gessle, quem teria sido o eu lírico que viveu essa narrativa. Entretanto o sentimento e a temperança interpretada por Marie Fredriksson é igualmente elevada e impressionante. É uma situação similar ao poema de Walt Whitman, Para uma estranha, que postei aqui junto, há algumas semanas, com mais elevação, elegância, força e sensibilidade.
O amor é o que mais fere e marca, depois da ferida original do nosso pecado primeiro. Só será curado por Deus inteiramente aos que forem ao Céu ir vê-Lo e amá-Lo. É por isso que nosso coração busca uma perfeição e um infinito perdido. Já O esteve com Ele. Pra ele precisa voltar. Por isso acordamos assim de madrugada, quem teve um grande amor. Amor a Deus sobretudo e ao próximo como a si mesmo.
6:43, e o sol nasceu agora aqui.
I see west and Juliette is the sun.
Eu vejo a Leste e Julieta é o sol.
Shakespeare, Romeu e Julieta.
Na verdade o amor pessoal é um sol e Deus e Nosso Senhor Jesus Cristo são O Sol. Como símbolo, não o sol físico. O Brasil não é uma bandeira, mas simbolizado por uma bandeira. Como evangélicos e protestantes são ignorantes (questão da idolatria, facilmente resolvida por um pouco de filosofia, ou lógica ou linguistica, ou mesmo rudimentos de tradução ou interpretação).
Tradução
It Must Have Been Love (tradução)
Roxette
Travelling
Deve ter sido amor
Deve ter sido amor, mas acabou agora
Deixe um suspiro no meu travesseiro
Deixe o inverno no chão
Eu acordo sozinha, há um ar de silêncio
No quarto e em toda parte
Toque-me agora, eu fecho meus olhos
E sonho longe
Deve ter sido amor, mas acabou agora
Deve ter sido bom, mas eu o perdi de alguma forma
Deve ter sido amor, mas acabou agora
Do momento que nos tocamos até que o tempo passou
Faça-me acreditar que estamos juntos
Que estou protegida pelo seu coração
Mas por dentro e por fora me torno
Como uma lágrima na palma de sua mão
E é um duro dia de inverno
Eu sonho longe
Deve ter sido amor, mas acabou agora
Era tudo que eu queria, agora estou vivendo sem
Deve ter sido amor, mas acabou agora
É para onde a água flui
É para onde o vento sopra
Deve ter sido amor, mas acabou agora
Deve ter sido bom, mas eu o perdi de alguma forma
Deve ter sido amor, mas acabou agora
Do momento que nos tocamos até o tempo que passou
Deve ter sido amor, mas acabou agora
Era tudo que eu queria, agora estou vivendo sem
Deve ter sido amor, mas acabou agora
É para onde a água flui
É para onde o vento sopra
It Must Have Been Love
It must have been love but it's over now...
Lay a whisper on my pillow
Leave the winter on the ground
I wake up lonely, there's air of silence
In the bedroom and all around
Touch me now, I close my eyes
And dream away
It must have been love but it's over now
It must have been good but I lost it somehow
It must have been love but it's over now
From the moment we touched 'till the time had run out
Make-believing we're together
That I'm sheltered by your heart
But in and outside I've turned to water
Like a teardrop in your palm
And it's a hard winter's day
I dream away
It must have been love but it's over now
It was all that I wanted, now I'm living without
It must have been love but it's over now
It's where the water flows
It's where the wind blows
It must have been love but it's over now
It must have been good but I lost it somehow
It must have been love but it's over now
From the moment we touched ‘til the time had run out
It must have been love but it's over now
It was all that I wanted, now I'm living without
It must have been love but it's over now
It's where the water flows
It's where the wind blows
quinta-feira, 18 de abril de 2019
Acompanhado ou só - pensamentos
A maior parte do tempo é bom ter boa companhia. Na menor parte é bom também estar só. Às vezes a solidão é muito boa. Outras, muito ruim. Mas nestas, é muito melhor estar só do que má conpanhia.
M.I.
Spending my time - Roxette - tradução M.I., novos comentários
Uma música bonita, mas romântica, sentimental e boba. Mas ainda com um pouco de uma leve lembrança da verdadeira poesia e seu sentimento genuíno. No caso aí está misturado e confuso ainda.
https://youtu.be/eG0IYV6G0I0
Spending My Time (tradução, Márcio Ide)
Roxette
Gastando Meu Tempo
Que horas são? Parece que já é de manhã
Eu vejo o céu, é tão lindo e azul
A televisão está ligada
Mas a única coisa que mostra é uma foto de você
Oh, eu me levanto e faço mesmo um pouco de café
Eu tento ler um pouco, mas a história é tão curta
Agradeço ao Senhor acima
Que você não está aqui para me ver
Nesta forma que estou
Gastando o meu tempo
Vendo os dias passarem
Sentindo-me tão pequeno, eu olho fixamente na parede
Esperando que você pense em mim também
Estou gastando meu tempo
Eu tento te ligar, mas não sei o que dizer
Deixo um beijo na secretária eletrônica
Oh, me ajude por favor
Existe alguém que pode me fazer
Acordar deste sonho?
Gastando o meu tempo
Vendo os dias passarem
Sentindo-me tão pequeno, eu olho fixamente na parede
Esperando que você esteja sentindo falta de mim também
Estou gastando meu tempo
Assistindo o sol descendo
Eu adormeço ao som de "lágrimas de um palhaço"
Alguém que ora que se cegou
Estou gastando meu tempo
Meus amigos continuam me dizendo: "Ei, a vida continuará"
O tempo vai se certificar de que eu supero você, oh
Este jogo bobo do amor
Você joga, você ganha só para perder, oh
Estou perdendo meu tempo
Vendo os dias passarem
Sentindo-me tão pequeno, eu olho fixamente na parede
Esperando que você pense em mim também
Estou perdendo meu tempo
Assistindo o sol descendo
Eu adormeço ao som, "lágrimas de um palhaço"
Alguém que ora que se cegou
Estou gastando meu tempo
Roxette
Spending My Time
What's the time? Seems it's already morning
I see the sky, it's so beautiful and blue
The Tv's on
But the only thing showing is a picture of you
Oh, I get up and make myself some coffee
I try to read a bit but the story's too thin
I thank the Lord above
That you're not here to see me
In this shape I'm in
Spending my time
Watching the days go by
Feeling so small, I stare at the wall
Hoping ending My Time
What's the time? Seems it's already morning
I see the sky, it's so beautiful and blue
The Tv's on
But the only thing showing is a picture of you
Oh, I get up and make myself some coffee
I try to read a bit but the story's too thin
I thank the Lord above
That you're not here to see me
In this shape I'm in
Spending my time
Watching the days go by
Feeling so small, I stare at the wall
Hoping
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Para uma estranha - Walt Whitman, poema
To a stranger
Para uma estranha
Estranha que passa! Você não sabe
O tanto que fiquei te vendo,
Você deve ser aquela que eu estava buscando,
Ou aquele que eu estava buscando
(Isto me veio como um sonho)
Eu em algum lugar com certeza
Vivi uma vida de alegria com você,
Tudo é chamado de volta enquanto conversamos um com o outro,
Fluidos, carinhosos, castos, amadurecidos
Você cresceu comigo,
Como uma garota comigo ou garoto comigo,
Comi com você, dormi com você, seu corpo se tornou
Não seu somente nem o meu só meu.
Você me deu o prazer de teus olhos,
Face, carne, enquanto passamos,
Você pegou minha barba, peito, mãos,
Em retorno.
Não estou a falar com você, estou a pensar em você
Quando eu sento só ou acordo a noite, só
Estou a esperar, eu não duvido que vou te encontrar de novo
Verei com isto, que eu não te perdi.
Walt Whitman
domingo, 3 de junho de 2018
Notícias do autor
Estimados amigos, estou bem, aprendendo a conviver com minhas difíceis condições e questões, tentando cumprir minhas responsabilidades e procurando chegar a acordos benignos entre a liberdade dos outros e a minha, sobretudo considerando a virtude, a verdade e a realidade, nestes nossos tempos tão inconstantes; ora no aperto, ora em paz e contente. Ando me concentrando em fazer caminhadas para parar de fumar, mesmo que saiba que há a opção pelos cigarros eletrônicos, a nova moda e onda que está já substituindo os cigarros convencionais. E no geral no meu acompanhamento médico.
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